São duras críticas à Europa por parte de Donald Trump. E um sério aviso que os EUA estão dispostos a interferir diretamente para criar vencedores na política europeia.
A nova Estratégia de Segurança Nacional vai servir de “roteiro” para garantir que os EUA continuam como a “maior nação e com mais sucesso na história da humanidade”.
O documento aplaude o crescimento da influência “de partidos europeus patriotas” e defende que a América deve encorajar os “seus aliados políticos na Europa para promover este revivalismo de espírito”.
“O maior desafio que a Europa enfrenta inclui a atividade da União Europeia e outros órgãos transnacionais que subjugam a liberdade política e a soberania, políticas migratórias que transformam o continente e criam tensão, censura da liberdade de expressão e supressão de oposição política, minando as taxas de natalidade e a perda de identidade nacional e de autoconfiança”, segundo o documento citado pelo “Politico”, “BBC”, “Reuters” ou “CNN”.
Na Ucrânia, o documento defende uma resolução rápida do conflito, de forma a restabelecer uma “estabilidade estratégica” com a Rússia.
O “Politico” destaca que o “documento ecoa a teoria de conspiração racista da ‘grande substituição’, isto é, que as elites conspiram para diminuir o poder de votos dos brancos europeus ao abrir as portas dos países à imigração africana ou de países muçulmanos”.
Segundo o documento, “no longo prazo, é mais do que plausível que dentro de uma décadas, o mais tardar, alguns membros da NATO vão tornar-se em maiorias não-europeias”.




