Dormir e sonhar num museu-hotel-palácio

O impacto visual é imediato. O pé direito parece tocar o céu, os delicados frescos nas paredes enchem a retina e, suspenso, está um candeeiro surpreendente. Esta cascata de luz, toque de modernidade num ambiente do século XVIII, criada pelo ligh designer escocês Beau McClellan, é de uma delicadeza desconcertante. E torna a transição entre hotel e museu, ou vice-versa, numa experiência sensorial impactante. O MACAMHotel é uma das joias que integram o Palácio Condes da Ribeira Grande, em Lisboa, a par do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), fundado pelo empresário português para expor a sua coleção de mais de 600 obras, reunida durante cinco décadas.

Acesso reservado a assinantes. Leia aqui a versão completa. Edição do Jornal Económico de 5 de dezembro.